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Ao trazer o trabalho para a Sala 2, quisemos manter este elemento de incerteza, de mistura entre o caráter objetivo de cada imagem, e da dúvida que se levanta em relação a este pela sobreposição de imagens. Decidimos importar este elemento do ritmo de leitura do livro, necessariamente temporal, para a experiência de visualização, jogando, aqui também, com o ritmo e a temporalidade de leitura.
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CARPE DIEM, HOUDINI IS NOT DEAD
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MAYA DEREN E A CONCEPÇÃO DO TEMPO
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ARTISTAS EM DIÁLOGO
Estes conceitos, ligados originalmente ao lugar geográfico e ao território, carecem agora de novas definições para que a circulação entre espaços se torne fonte de diálogo e não de conflito.
Vamos fazê-lo num diálogo entre Bruno Pelletier Sequeira, Catarina Tello de Castro e Miguel Rodrigues, em torno de um conjunto de obras que permitem falar de fluxos migratórios e da sua relação com a paisagem.
TVOROS
Respeitando a forma e a metodologia do trabalho de Patrícia Silva em TVOROS, prestamos tributo a esta tradição, destacando o processo analógico como uma resistência contemporânea à massificação e aceleração da circulação das imagens.
As imagens que constituem o portefólio de imagens escolhido para a exposição realizada no Espaço d’Alte em maio de 2025, temos a possibilidade de as ver aumentadas.
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MEMORY OF DAY THAT ONCE WAS LIFE
Como é que se organizam as imagens de um diário na memória? o que é que lembramos? o que é que esquecemos?
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ARTISTAS EM DIÁLOGO
Estes conceitos, ligados originalmente ao lugar geográfico e ao território, carecem agora de novas definições para que a circulação entre espaços se torne fonte de diálogo e não de conflito.
Vamos fazê-lo num diálogo entre Bruno Pelletier Sequeira, Catarina Tello de Castro e Miguel Rodrigues, em torno de um conjunto de obras que permitem falar de fluxos migratórios e da sua relação com a paisagem.